O CNPJ do Creator · Guia CreatorShot
Do cadastro à manutenção, com a atividade que a empresa declara, o pró-labore fixado, a nota da publi e o comprovante da retenção.

Se paga na primeira publi que entra pela empresa.
Acesso imediato. Leve na próxima conversa com o contador.
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Por dentro do guia








Leia antes de pagar
Uma das oito etapas do CNPJ do creator, exatamente como aparece no miolo. As outras sete vêm com o guia.

A etapa que segura as outras sete. Nenhuma decisão de empresa começa antes da soma dos doze meses, e o número que decide tudo, quanto entrou no seu CPF no ano fechado, é o que ninguém tem na mão.
Quem cria recebe por origens diferentes. A publi paga por agência cai como serviço prestado. O programa de monetização da plataforma cai como crédito da própria plataforma. A venda direta ao público cai pela plataforma de pagamento. O pagamento do exterior cai convertido, com outro nome ainda.
Cada origem entra na conta pessoal com uma descrição própria e numa data própria. O extrato lista tudo em ordem cronológica, misturado com mercado, aluguel e assinatura. A soma do ano nunca aparece pronta em lugar nenhum.
Enquanto o dinheiro entra no CPF, a tabela progressiva da pessoa física manda na conta: quanto mais entra no mês, mais alta a faixa aplicada sobre o recebimento. A empresa recolhe por outro mecanismo, sobre o faturamento, pela tabela da atividade declarada. Trocar um mecanismo pelo outro é o trabalho das sete etapas seguintes.
O contador precisa do número para escolher a natureza jurídica e o porte. O regime precisa dele para dizer em que faixa a empresa entra. Você precisa do número para decidir se abrir compensa. Sem os doze meses somados, a conversa vira palpite.
O extrato não tem uma linha chamada faturamento do ano. Ele tem doze meses de crédito pingado, com quatro descrições diferentes, no meio das compras do dia a dia. O número existe: ele só nunca foi somado.
Junte doze meses de extrato da conta que recebe o dinheiro do canal, do mês fechado mais recente para trás. Um trimestre mostra a estação, o ano mostra a renda.
Marque cada crédito com uma das quatro origens : agência, plataforma, venda direta e exterior. A origem é o que decide o tratamento depois, não o valor.
Cruze o extrato com o informe de rendimento de cada plataforma e com os comprovantes de publi. Crédito sem par documental é o que costuma sumir da soma.
Marque em separado os meses em que o recolhimento mensal da pessoa física não saiu na data. Atraso cobra multa e juros, e a conta só aparece quando alguém procura.
Monte uma folha com doze linhas de mês e quatro colunas de origem : agência, plataforma, venda direta e exterior. Preencha com o que entrou de fato na conta, mês a mês, sem arredondar para cima nem para baixo.
Some as colunas, depois some o total geral. O número de baixo é a sua receita dos últimos doze meses , e é ele que vai para a mesa do contador na etapa 02, junto com os documentos.
Ao lado da soma, escreva o que a pessoa física entregou no mesmo período: o imposto de renda recolhido mês a mês, o que saiu no ajuste anual e a contribuição previdenciária de quem trabalha por conta própria.
Marque os meses recolhidos fora do prazo e some multa e juros à parte. A linha do atraso é a primeira que some quando a renda passa pela empresa, e é a mais rápida de conferir na folha.
A soma dos doze meses vira preço: você responde à próxima publi sabendo quanto o canal recebeu no ano .
Marina somou os doze meses num sábado de manhã. Deu R$ 96.000 recebidos no CPF, distribuídos entre publi por agência, programa de monetização da plataforma, venda de preset e pagamento vindo do exterior.
Do outro lado da folha, R$ 19.872 entregues no ano entre imposto de renda e previdência. Dois meses de recolhimento atrasado apareceram na conta, com multa e juros que somem quando a renda passa a ser da empresa.
A resistência desta etapa vem de dentro, não da marca nem do contador.
A conta abaixo é o que a pessoa física de Marina entrega hoje, sem empresa nenhuma no meio.
O método Medir, Mover, Responder
A linha exata onde a etapa custa dinheiro, com o nome que o extrato, o contrato ou a guia do mês usa.
O passo a passo do que fazer: o que somar, o que pedir ao contador e o que conferir antes de assinar.
Quando a agência empurra de volta, a fala exata pra responder. Copiável na versão web.
Você soma o ano junto com a Marina: faz vídeo de cozinha no YouTube e no Instagram, e recebeu R$ 96.000 em doze meses, tudo no CPF. Cada etapa mostra o que aquela decisão moveu na conta dela antes de você levar a sua folha pro contador. No fim, o placar do primeiro ano fecha a conta da capa. Marina é um caso composto, montado a partir de padrões comuns de quem cria conteúdo no Brasil.
O que você leva por R$ 27
Link permanente pra ler no navegador, com a planilha que soma sozinha e botões de copiar, e o PDF pra guardar e imprimir.
As oito etapas numa página só, imprimível. Marca a data e o protocolo conforme o contador entrega cada uma.
Digita o seu número em cada etapa, inclusive os zeros, e vê a diferença do mês com o custo da empresa descontado.
O texto exato pra revisar a atividade com o contador, pedir os dados do contratante e cobrar o comprovante da retenção. Botão de copiar ao lado de cada uma.
R$ 47R$ 27
R$ 27 pra tirar a publi da tabela progressiva. Pagamento único, sem assinatura.
Quero o guiaCada mês no CPF fecha pela tabela progressiva, e a próxima publi chega antes de o CNPJ estar aberto.
Leu o guia e não encontrou nenhuma etapa nova pra levar ao seu contador? Responda o email da compra em até 7 dias e devolvemos os R$ 27.